segunda-feira, 22 de agosto de 2011

ORIGEM DA FESTA DE 15 ANOS

As origens das festas de 15 anos, debutante e como surgiu.
O baile de debutantes surgiu em reinos europeus, sobretudo nos locais que hoje conhecemos como França, Inglaterra, Alemanha e Áustria. As famílias nobres realizavam um grande baile para a sociedade da época, tendo como objetivo principal mostrar que sua filha estava se tornando uma mulher. A própria origem da palavra francesa début significa estréia, início. Na realidade, a função do baile também era atrair possíveis pretendentes para a moça. Desta forma, mostrar que ela já não era mais criança significava dizer aos homens que ela estava pronta para ser uma boa esposa e mãe. Para aquele estilo de sociedade, o importante não era o romantismo, e sim a aliança entre famílias nobres.

Aqui, a festa se tornou extremamente popular na década de 50 do século XX. Para economizar, as famílias passaram a realizar festas em conjunto nos clubes. Num só dia, várias meninas eram apresentadas à sociedade, gerando até colunas sociais sobre quem era a mais bonita, a mais simpática etc. Na década de 80, as meninas passaram a preferir presentes ou viagens no lugar da festa.

Nos anos 90 e 2000, a comemoração voltou com força total e reavivaram tradições como a troca do vestido e as velas. Atualmente, o ritual se inicia com a troca de sapatos pelo pai, que possui dois significados: informar aos participantes que a moça já está pronta para dar seus próprios passos e representar a passagem para a vida adulta (salto alto). Continuando o evento, a debutante coloca um vestido de gala, simbolizando a passagem de menina para mulher. Na hora da valsa, as 15 velas simbolizam os 15 anos de vida. Ao apagar cada vela, a debutante comemora o fim de uma etapa.

Ao contrário das décadas anteriores, a maioria dos bailes agora é realizado com apenas uma menina, tornando este momento ainda mais único.

WWW.FESTA15ANOS.COM 

SIGNIFICADO DAS BODAS




Boda é a celebração, civil ou religiosa, que celebra o casamento.

 História

A palavra boda vem do latim vota (promessa) referida ao fato de fazer os votos matrimoniais. Com a confusão do neutro em latim vulgar perdeu seu sentido e confundiu v por b.
Uma lenda atribui uma falsa etimologia a que na antiga Judéia tinha-se o costume de matar um cabrito para o churrasco nas comemorações de casamento ou aniversário de casamento. Com o tempo, o cabrito foi substituído pela fêmea do bode, a "boda", cuja carne era muito mais macia. Matar a "boda" era sinal de que haveria festa. Devido a isto o nome "boda" passou a ser sinônimo de festa, hoje em dia mais falada para casamentos.
Para cada ano, existe um material que representa uma nova etapa. É tradicional, na cultura ocidental, comemorarem-se com bodas os eventos relativos ao casamento, e com o jubileu, outros fatos marcantes da vida social.
Esta tradição vem da Alemanha, onde era costume que um povoado oferecesse uma coroa de prata aos casais que fizessem 25 anos de casados, e uma de ouro aos que chegassem aos 50. Com o passar do tempo, o número de símbolos tem vindo a aumentar e a tradição de oferecer presentes específicos relaciona-se directamente com as etapas da vida, logo a tradição expandiu-se pelo resto do mundo. Para cada aniversário, os obséquios eram de materiais diferentes, que iam dos mais frágeis aos mais fortes, conforme a progressão do número de anos, o que simbolizava o aumento da resistência da relação.
Para marcar cada um desses eventos se associa a cada data das bodas algum material que o represente. Na joalheria, tradicionalmente são produzidas as alianças de bodas de prata, que correspondem a 25 anos de casamento, e bodas de ouro (50 anos). Para as demais, geralmente são confeccionados anéis utilizando-se os materiais ou a pedra correspondente, conforme a lista abaixo[3]:
  • Na maioria dos paises ocidentais:

1º. ano: Bodas de Papel
2º. ano: Bodas de Algodão
3º. ano: Bodas de Neve
5º. ano: Bodas de Madeira
6º. ano: Bodas de Caramelo
7º. ano: Bodas de Nylon
8º. ano: Bodas de Bronze
9º. ano: Bodas de Cipermetrina
10º. ano: Bodas de Alumínio
11º. ano: Bodas de Aço
12º. ano: Bodas de Seda
13º. ano: Bodas de Renda
14º. ano: Bodas de Marfim
15º. ano: Bodas de Cristal
20º. ano: Bodas de Platina
25º. ano: Bodas de Prata
30º. ano: Bodas de Pérola
35º. ano: Bodas de Coral
40º. ano: Bodas de Esmeralda
45º. ano: Bodas de Safira
50º. ano: Bodas de Ouro
55º. ano: Bodas de Ametista
60º. ano: Bodas de Diamante
75º. ano: Bodas de Platina

ORIGEM DOS PALHACOS

Palhaço

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Estatueta, em cerâmica, de um palhaço
Palhaço (termo possivelmente derivado do italiano omino di paglia, ou "homem de palha")[1], é o artista que, em espetáculos circenses ou em outros, se veste de maneira grotesca e faz gracejos, momices, pilhérias e trejeitos, às vezes combinados com malabarismos, para divertir o público.
Embora vinculado imediatamente aos circos, o palhaço pode atuar também em espetáculos abertos, em teatro, em programas de televisão. É, pois, o personagem que tem a tarefa de entreter o público durante e, com frequência, entre as apresentações, especialmente no circo. É geralmente vestido de um jeito engraçado, com trajes desproporcionados e multicoloridos, com aplicações de pinturas (maquiagens) especiais e acessórios característicos. Entretanto, há também o palhaço mais dramático, melancólico, ou romântico (por exemplo, alguns palhaços já têm aplicada uma lágrima em seu rosto e roupas relativamente simples), além do que há as versões contrárias (símbolo do "mal", em contraste com o "bem"), casos estes em filmes ou em literatura de horror, pavor ou terror. Na linguagem comum, o termo também pode ser referido como uma característica do comportamento de uma pessoa não confiável ou não acostumado a levar a sério um argumento.

Origem

O nome palhaço, como foi dito, vem de pagliaccio (omino di paglia, ou "homem de palha"). Isso remonta à pessoa humilde do campo que chega à cidade grande e, muitas vezes, não consegue emprego. Logo, pois, fica sem condições de se manter. Passa a viver na rua, às vezes embriaga-se com cerveja, cuja espuma fica ao redor da boca (é a maquiagem branca), e, de tanto tropeçar nas próprias pernas e cair com o nariz no chão, acaba ficando om o nariz vermelho (é o nariz vermelho, característico da assunção da figura de palhaço). Por não ter dinheiro para comprar roupas, ganha suas roupas de outros, mas estas não lhe servem: por isso, tem uma calça mais curta ou mais larga ou então um sapato muito grande, ou então um casaco grande demais, peças descombinadas e desproporcionadas entre si.
O palhaço só aparece numa relação com outra pessoa. Sua principal função é a graça, tanto no sentido de engraçado como no sentido de gracioso. Ele acaba por ser engraçado pelo fato de revelar o ridículo que todo humano carrega consigo, assim como a capacidade que todos têm de errar e de perder a qualquer momento. O local de trabalho mais comum dos palhaços, por ser o mais imediato e simples, é a rua, mas também pode trabalhar em circos, teatros, entre outros: modernamente, em programas de televisão e em apresentações pela Internet. Embora existam palhaços que usam carregar muito a maquiagem, eles são a essência da representação do humano, e, por isso, devem moderá-la para que apareça a pessoa por trás do nariz. O corpo e o olhar são os principais instrumentos de relação do palhaço com seu público.
No Brasil, o dia 10 de dezembro é o Dia do Palhaço.
Palhacos famosos:



HISTORIA DA MAGICA E DO ILUSIONISMO

Ilusionismo ou mágica  é a arte de encenar truques que envolvem desaparecimentos e transformações utilizando objetos, animais e até mesmo pessoas. O mais antigo registro de uma apresentação de mágica está em um papiro egípcio escrito por volta de 2000 a.C, que conta sobre um mágico chamado Dedi, e relata seu desempenho diante da corte do faraó Kéops. cartolaUm dos números de Dedi era capaz de trazer a vida a corpos decapitados, colocando as cabeças de volta. Nesta apresentação, o faraó abismado com o número em que o mágico colocou um ganso decapitado de um lado da sala e com algumas palavras mágicas conseguiu então fazer com que a ave começasse a tremer e por fim, cacarejou, ordenou que lhe trouxesse um boi, solicitando que o decapitassem e então Dedi, fez um encantamento e o boi se levantou e mugiu.
Outro truque clássico é da bolinha e os três copos, onde o mágico embaralha os copos com a bolinha sob um deles, e com um passe de mágica bolinha já está em suas mãos. Este truque foi feito em diversos países, como China, Índia e Grécia.
Na Europa, a mágica demorou a ser difundida, pois a maioria da população era sem estudo, ignorante e bastante influenciada pela Igreja, que tudo avaliavam como sendo bruxaria e então a população acreditava que alguém que conseguia fazer uma moeda desaparecer ou então ressuscitar uma ave, deveria ter pacto com o diabo.
Mesmo assim, a Inglaterra e parte da Europa ocidental, trazem registros de alguns mágicos que executavam seus truques para pequenas platéias e conseguiam muitos aplausos.
Um desses relatos traz o episódio em que um mágico chamado Brandom, que viveu na Inglaterra durante o reinado de Henrique VII, estava realizando uma de suas performances nos jardins da corte e chamou a atenção de todos para um pombo que estava em cima do muro. Então o mágico desenhou no chão, embaixo do mesmo muro um pombo parecido com o real, e cravou um punhal no desenho, e em seguida o pombo real, caiu morto de cima do muro. O rei que assistia a apresentação ordenou que Brandom não fizesse mais este truque, pois se ele foi capaz de fazer com um pássaro seria capaz de fazer com o rei.
Esses e outros truques eram vistos por muitos como bruxaria e com isso os mágicos eram muitas vezes perseguidos.
The Discovery of Witchcraft.
The Discovery of Witchcraft.
No século XVI um livro foi fundamental para história da mágica. Reginaldo Scot, um fazendeiro que vivia no condado de Kent na Inglaterra, cansado das cruéis condenações que tudo associavam a bruxarias e superstições, decidiu estudar a arte da magia com profissionais e escrever o livro The Discovery of Witchcraft (A descoberta da bruxaria). Este livro explicava vários fundamentos da mágica, fundamentos estes usados até os dias de hoje.
Entretanto, James VI, que assumiu o trono inglês, ordenou que todos os exemplares deste livro fossem queimados, pois considerou se tratar de uma obra profana. Mas para o alívio dos estudantes de mágica, alguns exemplares sobreviveram e versões originais são encontradas hoje.
No século XVII, com a intervenção da imprensa, memórias e crônicas eram publicadas relatando as apresentações de vários mágicos que dia a dia aumentavam principalmente em Paris. Nesta época a maioria dos mágicos eram camelôs que através de seus números, vendiam objetos.
Já no século XVII, na feira de Saint Germain em Paris, surgem os primeiros mágicos teatrais.
Na época da revolução, podemos dizer que aparecem os primeiros tratados sobre magia. O primeiro foi em 1963 escrito por Ozanam da França. Nesta época também são inaugurados seis teatros para mágicos. Os trajes dos mágicos nesse período eram bem chamativos. Isto aconteceu até que surge Harry Houdini, que revolucionou os truques de mágica bem como o traje do artista.
Hoje, os profissionais de mágica, ou ilusionistas, com são conhecidos, conquistaram o respeito de todo público, independente da idade. As apresentações atuais chamam a atenção pela destreza das mãos, habilidades com ilusões de ótica e criatividade. A rapidez na execução dos truques faz com que o público se encante e entre na apresentação, se envolvendo e aguçando a curiosidade de quem prestigia esta arte.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilusionismo
http://www.fabianrodrigues.amsr.com.br/historia.htm
http://www.vipmagicas.hpg.ig.com.br/historia/historia.html

HISTORIA E ORIGEM DOS BRINQUEDOS

Brinquedo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Um brinquedo é um objeto ou uma atividade lúdica, voltada única e especialmente para o lazer , e geralmente associada a crianças, também usada por vezes para descrever objetos com a mesma finalidade, voltada para adultos. Na pedagogia, um brinquedo é qualquer objeto que a criança possa usar no ato de brincar. Alguns brinquedos permitem às crianças divertirem-se enquanto, ao mesmo tempo, as ensinam sobre um dado assunto. Brinquedos muitas vezes ajudam no desenvolvimento da vida social da criança, especialmente aquelas usadas em jogos cooperativos.
Os brinquedos são de vital importância para o desenvolvimento e a educação da criança , por propiciar o desenvolvimento simbólico, estimular a sua imaginação, a sua capacidade de raciocínio  e a sua auto-estima. Podem ser utilizados em tratamento psicoterapêutico na Ludoterapia, com crianças com problemas emocionais causados por fatores variados, ou que apresentam distúrbios de comportamento ou baixo rendimento escolar. Caminhõezinhos, carrinhos em miniatura, bonecas, bolas, ursos de pelúcia, ioiôs e action-figures são exemplos de brinquedos. O ato de brincar em si, geralmente não exige um brinquedo, que seja um objeto tangível.

História

Desde os tempos antigos que os brinquedos tiveram um importante papel na vida das crianças. Por milhares de anos crianças brincaram com brinquedos dos mais variados tipos. Bolinhas de gude foram usadas por crianças no continente africano há milhares de anos. Na Grécia Antiga e no Império Romano, brinquedos comuns eram barquinhos e espadas de madeira, entre os meninos, e bonecas entre as meninas. Durante a Idade Média, os fantoches eram brinquedos muito comuns entre as crianças.
Os brinquedos chegaram ao Brasil pela família lusitana Rebelo. O Sr. Manoel Rebelo foi o pioneiro em lojas especializadas no Brasil, ao abrir no bairro do Jabaquara, em São Paulo, a loja que viria a ser o centro de referência do assunto no Brasil. A Rebelos' Funhouse é hoje a loja mais visitada na América Latina e tem um estoque e acervo invejável à qualquer loja na Europa e EUA.
Até o final do século XIX, a maioria dos brinquedos eram fabricados em casa, ou fabricados artesanalmente. Atualmente, a grande maioria dos brinquedos são fabricados em massa, e comercializados. A partir da segunda metade do século XX, vários países criaram leis que proíbem a venda de brinquedos considerados perigosos - por exemplo, por conterem materiais tóxicos ou partes que se soltam facilmente - ou que não possuem claros avisos - por exemplo, não recomendado para menores de três anos de idade por conter materiais que podem ser engolidos pela criança. Tais leis também dão ao governo o direito de recolher do mercado todos os produtos que não atendem às especificações necessárias.
Os fabricantes de brinquedos fabricam milhares de brinquedos diferentes diariamente. Vários destes brinquedos são similares entre si - ou seja, são da mesma categoria, como uma boneca, por exemplo - mas são fabricados por diferentes empresas, e possuem direitos autorais e certas diferenças básicas entre si. Por exemplo, no caso das Bonecas, duas marcas de bonecas famosas são a americana Barbie e a brasileira Susi. A criança brinca com brinquedos gradualmente mais sofisticados, à medida que a criança cresce.
Os brinquedos mais comuns para bebês entre zero a doze meses são brinquedos musicais simples e móbiles, ou brinquedos de berço, objetos que ficam pendurados sob o berço do bebê. Estes brinquedos estimulam a coordenação motora, a visão e a audição do bebê. Após o primeiro ano de vida, blocos que podem ser encaixados entre si e animais de pelúcia também passam a interessar o bebê. Um espelho resistente ajuda estas crianças a reconhecerem-se a si mesmas. Outros brinquedos incluem , pequenos e simples quebra-cabeças e livros ilustrados. Bonecas passam a atrair a atenção das crianças por volta do segundo ano de vida.
Entre os dois aos seis anos de idade, a criança torna-se mais interessada em explorar o mundo à sua volta. Alguns brinquedos como triciclos (ou quadriciclos), vagões, bolas e blocos de montar ajudam a fortalecer os músculos da criança. A criança desta faixa etária é altamente imaginativa, e muito desta imaginação é direcionada aos brinquedos - bonecos tornam-se amigos ou super-heróis e blocos de montar transformam-se em cidades.
A partir do sexto ano de vida, os brinquedos começam a fazer parte de brincadeiras mais elaboradas e/ou "faz-de-conta". Ao brincar com bonecas, as crianças fazem de conta que são pais, e fazem uso de vários artifícios de brinquedo - carrinhos e berços, por exemplo. Bonecos de ação - robôs, super-heróis e vilões - ainda interessam crianças até por volta do décimo ano de vida. À medida que a criança cresce, ela pode participar em jogos mais elaborados - como quebra cabeças complicados ou jogos de tabuleiro, por exemplo. Por volta do décimo ano de vida, muitas crianças interessam-se por brinquedos muito elaborados tais como verdadeiros kits de construção. Tais kits ensinam à criança paciência e dedicação. Crianças que se interessam por ciência podem passar horas brincando com kits especializados ou um microscópio, por exemplo.
Vários pré-adolescentes perdem interesse em todo tipo de brinquedo infantil após o décimo segundo ano de vida; porém, outros continuam a gostar de um brinquedo em particular, como, no caso de muitas adolescentes, bonecas e animais de pelúcia, tanto por gosto quanto por valor sentimental. Outros são influenciados por um dado tipo de brinquedo quando crianças, a tal ponto que esta pessoa passa a manter um hobby relacionado com esse brinquedo quando adulto, como é o caso de várias pessoas interessadas em aeromodelismo.

 Desenvolvimento infantil


Um pato de borracha é um popular brinquedo para a hora do banho para crianças pequenas.
Os brinquedos, como a brincadeira em si, servem a propósitos múltiplos em seres humanos e animais. Oferecem entretenimento ao mesmo tempo cumprindo um papel educativo. Brinquedos aumentam o comportamento cognitivo e estimulam a criatividade. Auxiliam no desenvolvimento das habilidades físicas e mentais que são necessárias mais tarde na vida.
Um dos brinquedos mais simples, um conjunto de simples pedaços (em vários formatos) de madeira também é um dos melhores brinquedos para o desenvolvimento das mentes. Andrew Witkin, diretor de marketing da Mega Brands disse ao Investor's Business Daily que "Eles ajudam a desenvolver a coordenação olhos-mãos, habilidades em matemática e ciência e também levam as crianças a serem criativas." Outros brinquedos, como bolas-de-gude, jackstone e bolas servem para funções similares no desenvolvimento da criança, permitindo que as crianças usem seus corpos e mentes para aprender sobre as relações espaciais, causa e efeito, e uma grande variedade de outras habilidades, bem como as mencionadas pelo Sr. Witkin.

DJ (disc jockey) Um show a parte em seu evento.

Um disc jockey ou disco-jóquei (DJ ou dee jay) é um artista profissional que seleciona e roda as mais diferentes composições, previamente gravadas para um determinado público alvo, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em radiodifusão em frequência modulada (FM), pistas de dança de bailes, clubes, boates e danceterias.
Disco-joquéi foi e é utilizado para descrever primeiramente a figura do locutor de rádio que introduziam e tocavam discos de gramofone, posteriormente, o long play, mais tarde compact disc laser (CD) e atualmente, empregam o uso do mp3. O nome foi logo encurtado para DJ. No Brasil, a abreviação é pronunciada erroneamente, em relação a sua derivação original (o inglês), sendo mencionado de forma "aportuguesada" por jornalistas, radialistas e não-profissionais, como "djidjêi". Uma contaminação causada, principalmente, pela popularidade do grupo Mamonas Assassinas em 95, onde o vocalista Dinho, em imitação nordestina, pronuncia a abreviação DJ, dessa forma. Hoje, diante dos numerosos fatores envolvidos, incluindo a composição escolhida, o tipo de público alvo, a lista de canções, o meio e o desenvolvimento da manipulação do som, há diferentes tipos de DJs, sendo que nem todos usam na verdade discos, alguns podem tocar com CDs, outros com laptop (emulando com softwares), entre outros meios. Há também aqueles que mixam sons e vídeos (VJs), mesclando seu conteúdo ao trabalho desenvolvido no momento da apresentação musical. Há, no entanto, uma vasta gama de denominações para classificar o termo DJ.

Técnicas e estilos

No rádio, os DJs contribuíram para a consolidação do movimento Rock and Roll a partir da segunda metade dos anos 50, como a maior manifestação cultural da juventude do século XX; nomes de artistas tão díspares como Elvis Presley e The Beatles, não teriam alcançado o estrelato se não fosse o empenho dos DJs originais. Nessa mesma época começavam a surgir os DJs jamaicanos, conhecidos como seletores, que inicialmente tocavam principalmente discos estadunidenses de R&B nos sistemas de som, e faziam sucesso principalmente entre a população menos privilegiada que não tinha condições de ter rádio ou toca-discos.
Com o advento da discoteca em meados dos anos 70, os DJs também ganharam fama fora do rádio e foram para as pistas de dança. Nas pistas, os DJs que atuaram até o meio da década de 1990 utilizavam apenas discos de vinil em suas apresentações. Em que pese o fato de já existirem CDs antes disso, não havia equipamentos que permitissem o sincronismo da música entrante com a música em execução (ajuste do pitch para posterior mixagem). A forma como esta ação de mixagem é realizada, aliás, é o principal diferencial entre os profissionais desta área.
Um DJ tem a percepção musical de saber quais composições possuem velocidades (mensuradas em batidas por minuto) próximas ou iguais, de forma que uma alteração em um ou dois por cento da velocidade permite com que o compasso das mesmas seja sincronizado e mixado, e o público não consiga notar que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas faixas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.
DJs das décadas de 1980 e 1990 sincronizavam a composição mixada (entrante) regulando a velocidade do prato do toca-discos, com o cuidado de fazer com que a agulha não escapasse do sulco do vinil (que na prática faz com que a música "pule") e também com que o timbre da voz da música não ficasse, por demais, alterada com a velocidade muito alta ou muito baixa do prato. Esta alteração da velocidade era possível em toca-discos que possuem o botão chamado pitch. O toca-disco mais famoso, nesta época, era o Technics SL-1200 MK-2, que até hoje é vendido e procurado por profissionais e amantes do vinil pela robustez e força que o seu motor de tracção directa apresenta.
Após a popularização do CD, fabricantes como Pioneer, Technics e Numark desenvolveram aparelhos do tipo CD player com recursos próprios para DJ. Conhecidos como CDJs, possuem botões especiais para alteração de pitch, de retorno da faixa, de marcação de ponto (efeito cue) e looping. O timbre da música passou a ser controlado (opcionalmente) por um acionador específico, normalmente conhecido como Master Tempo. Com este recurso, mesmo que a composição esteja extremamente acelerada (ou desacelerada), o timbre da voz, teclados, guitarras, etc. é mantido, driblando de certa forma a capacidade de percepção do público, em notar que determinado som está tocando em velocidade diferente da normal. Além disso, não há mais o risco de o disco pular, apesar de o cuidado em se limpar as mídias de CD ser o mesmo, pois uma mancha em uma mídia óptica pode prejudicar e até interromper a canção em execução. Outra facilidade destes equipamentos é marcar o ponto de início da música (designado cue point). Assim, um DJ com um simples toque no botão pode retornar ao ponto de partida poucos segundos antes de mixar a música sobre a que está sendo executada.
Atente-se aqui para o fato de que, além do talento musical obrigatório a um DJ em se conhecer aproximadamente o tempo das composições que ele pretende mixar durante sua apresentação, o mesmo também deve conhecer onde, quando e se uma composição ou determinada versão desta possui uma região (geralmente sem vocal, com batidas secas e pouco ou nenhum aparecimento de guitarras e teclados) popularmente conhecida como quebrada, onde é possível entrar a próxima composição sem que o resultado fique confuso (com dois vocais de canções diferentes "falando" ao mesmo tempo, por exemplo). Este capricho é obrigatório para profissionais que fazem mixagens ao vivo, tanto com vinil quanto com CDs.
O DJ é, no fim das contas, um animador de eventos. Este deve conhecer canções o suficiente para saber como e quando mixá-las, deve sentir a vibração do público que o está ouvindo, e saber mudar um estilo na hora certa, para que a pista não esvazie. Deve ser o mais eclético possível, ou deixar bastante claro ao seu público e ao seu contratante qual é seu estilo ou tendência. Existem DJ especializados em raves. Outros, que se dedicam a canções que já fizeram sucesso a oito, dez ou vinte anos atrás.

 Compactos

As versões das canções que um DJ utiliza não são, geralmente, as mesmas versões que normalmente se ouve em videoclipes ou estações de rádio. Para cada nova canção que é lançada no mercado, desde a década de 1970, a gravadora lança um disco (ou CD) específico, denominado compacto, para aquela canção. No caso do vinil, um compacto também pode ser de sete polegadas, dez polegadas ou doze polegadas. Em CD, este é conhecido como 5 (cinco) polegadas. Um compacto é um vinil ou CD que possui uma mesma canção em várias versões, produzidas especialmente para mixagens ou amantes de versões alternativas. Enquanto uma versão normal de canção possui normalmente de três a quatro minutos de duração, uma versão de compacto pode durar até quinze minutos, com grandes introduções, quebradas, edições, reprises de vocal etc.. Estas versões alteradas também são conhecidas como remixagens, versões 12, versões club, versões estendidas e dub. Um compacto também pode conter versões instrumentais e a cappella. Enquanto um álbum de coletânea de determinado artista pode possuir um nome qualquer, um compacto sempre tem o nome da canção que nele está gravada, mesmo que o disco tenha apenas uma versão da canção que o nomeia.

 Composição digital

Já no fim do século XX, com a popularização do formato MPEG-1 layer 3 (popularmente conhecido como MP3) para canções digitais, de programas de compartilhamento de arquivos como o Napster e o surgimento de programas de edição musical, surgiu uma nova casta de editores musicais auto-denominados DJs. Apesar de estes possuírem, as vezes, até certo talento para música, pois precisam alterar uma faixa para mixar na anterior, tem seu trabalho extremamente facilitado e, portanto, não são bem vistos por profissionais que executam seu trabalho ao vivo em clubes, casas, discotecas e eventos.
A mixagem em computador é feita de forma caseira, e não há o julgamento do público ao trabalho sendo feito ao vivo. O que o público irá ouvir é uma mixagem feita em estúdio e já gravada. Caso uma canção seja alterada e mixada com a anterior, mas o resultado não seja o esperado pelo editor (timbres, batidas ou compassos dessincronizados, por exemplo), a ação de mixagem pode ser desfeita e refeita quantas vezes forem necessárias. Assim, o resultado final é uma mixagem tão perfeita quanto artificial.
Porém, grandes DJs também fazem uso destes programas para criação de sequências de múltiplas canções denominadas megamixes, de participações de curta duração em programas de rádio e até mesmo de novas versões dessas canções, que não existam em seus respectivos compactos.
Existem hoje em dia softwares capazes de simular na tela de um computador dois toca discos ou cdjs e um mixer, com inúmeros recursos iguais ou até superiores aos melhores equipamentos,além de alguns poderem ser baixados gratuitamente pela internet,esses softwares estão se popularizando por serem uma alternativa a quem deseja discotecar e não pode investir muito.
Entre esses programas destacam-se o Virtual DJ,Traktor,Deckadance,MixVibes,BPM Studio,PCDJ entre outros

Referências

domingo, 21 de agosto de 2011

ORIGEM E CURIOSIDADES SOBRE O VESTIDO DE NOIVA

vestido_de_noiva
Por muitos anos, ainda perdura a tradição de a noiva usar o famoso vestido branco e o buquê para se casar, todavia, as futuras esposas nem imaginam o quão antiga é esta tradição. O relato mais antigo vem da Antiga Grécia, do mito de Himeneu o deus do casamento, que tinha de estar presente em todos os casamentos porque, se não o fizesse, o matrimônio terminaria em um desastre. O deus era evocado quando a noiva era conduzida para a casa do marido, vestida de branco e com coroa, comuns em cerimônias religiosas. O rosto era coberto com véu (que a protegia da inveja, mau olhado e a cobiça de outros homens) e a jovem carregava uma tocha (símbolo do deus, que também portava uma tocha) até o local da cerimônia.
E na Idade Média era comum a noiva fazer o trajeto a pé para a igreja e no caminho recebia flores ou ervas e temperos para trazer felicidade e boa sorte. Ao fim do trajeto ela tinha já formado um buquê e cada um destes presentes tinha um significado diferente. As ervas para proteção (os alhos, por exemplo, eram usados para espantar os maus espíritos) e as flores, símbolos representando os sentimentos da noiva: a hera, símbolo de fidelidade; o lírio, símbolo da pureza; as rosas vermelhas, símbolo do amor; as violetas, símbolo da modéstia; não-te-esqueças-de-mim, símbolo do amor verdadeiro; flores de laranja, fertilidade e alegria ao casal. Todos os votos, ao final da cerimônia, eram concedidos pela noiva a quem conseguisse pegar o buquê lançado às cegas por ela, surgindo o costume de a noiva lançar o buquê.
Vem da mesma época o costume de a noiva estar, durante a cerimônia, ao lado esquerdo do noivo, pois se um dragão aparecesse, o braço direito dele estaria livre para sacar a espada. Por último a tradição do atual vestido de noiva começou depois que a Rainha Victoria da Inglaterra usou em seu casamento com o Príncipe Albert um vestido branco.
A fotografia oficial do casamento da rainha foi publicada em vários meios, fazendo com que as noivas da época também escolhessem vestidos brancos em demonstração de devoção à rainha. A tradição continua até os dias de hoje. Antes da era vitoriana, as noivas costumavam usar vestidos de qualquer cor, exceto preto, que é a cor usada em funerais.